quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Nobody really understands anybody


É um reinício socio-sentimental em b-side, natural pra mim, visto que sempre soube que era apenas questão de tempo para que tal mudança acontecesse, aliás, sinto ter escolhido a hora exata, tive timing, sorte e inteligência quanto a isso.


O que eu não esperava era me descobrir tão vulnerável para "As questões do amor romântico", ao ponto de me sentir incrívelmente doce, inúmeras vezes.

e, não se engane, "ser doce" é uma grande besteira, uma armadilha disfarçada de ursinho de pelúcia. preste atenção, a questão é estatística até, com 5 minutos de mini-flashback pessoal você percebe que a quantidade de "pessoas dócilmente frustradas" é visívelmente superior à de " pessoas ácidamente diretas".

Porémtodaviaentretanto, meu bigger bad trouble é mais complicado.
a docilidade é involuntária na maior parte das vezes, não tenho facilidade em deixar evidente a diferença entre minha boa educação e meu interesse, digamos... físico, sabe como?
e nessa confusão de ações os riscos só aumentam quando, sem querer [querendo], envolvo outra pessoa na história, disposta a mergulhar na minha onda, sem saber que eu não sou exatamente a onda, e na verdade, o banco de areia.
tento dizer isso, mas não sai... e sádicamente covarde, deixo que continuem nadando.

Um comentário:

Chuck Mitchell disse...

aloka.
por isso q sou assim.

-q
(?)
atualizei, me visite.
soraya